Antes de falar sobre o álbum, queria só deixar umas palavras sobre a excelente iniciativa que a nossa la folie teve. Os 11 dias em que cada um de nós partilhou a sua opinião ao ouvir cada música foi uma grande experiência. Parabéns a todos os que participaram e parabéns à la folie pela ideia.
Agora o álbum.
Já ouvi várias vezes o álbum. Fui ouvindo enquanto ía descobrindo cada música nova e depois acabei por ouvir o disco na totalidade para o sentir como um todo mais coerente e mais alinhado.
A minha opinião não mudou muito. O disco ainda não me entrou na totalidade. Já o disse vezes sem conta que sou um "filho" dos antigos The Gift, daqueles que fizeram uma Weekend, uma Front Of, uma Cube e todas as outras músicas de cada um dos álbuns que são parte integrante da minha vida. Não pus a fasquia alta para este disco, na verdade não coloquei fasquia nenhuma. Tinha uma ideia geral sobre para onde caminhariam estes novos The Gift, as suas novas sonoridades e a sua evolução.
Confesso que o caminho que a banda tomou ainda não me convenceu. Existem salpicos de boas coisas no álbum e depois existem uns momentos que são maus de mais para serem verdade onde não existem andorinhas. Para mim o álbum é de altos e baixos e não sei se consegue acabar numa nota alta. Acho que vai ser um bom álbum de verão, para se ouvir naqueles bons dias de sol enquanto acreditamos que cada momento é perfeito. Se calhar, vai ser um bom disco para tocar em festivais, onde a boa disposição e o ambiente reluzente do álbum parece-me resultar bem.
É o melhor disco de sempre da banda? Para mim não é, nem por sombras. Nem consigo colocá-lo no meu top 3. Continua um pouco longe de me impressionar
Tenho curiosidade de ouvir o álbum ao vivo, ter sensações diferentes ao ouvir as músicas e redescobri-las uma a uma.
Se calhar a minha opinião menos positiva se altere.
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15 de março de 2011
10 de março de 2011
Made For You por Jumpman
Bem, última música.
Acredito que muitos de nós associemos à música de hoje o golpe de teatro que fomos alvo com a revelação do vídeo "undercover" que já andava aí. Não vou pronunciar-me muito sobre isso hoje, vou deixar essa questão para mais tarde. Hoje falo da música.
Este será o primeiro single do álbum, ao contrário da RGB que se acreditava ser o avanço do novo álbum. Como cartão de visita para este álbum, acho que cumpre bem a transição entre este novo álbum e os anteriores. Esta música na minha opinião, é mais apropriada para primeiro single que a RGB. Mas também agora estou numa posição ingrata, já ouvi o álbum todo! Mas se tivesse que escolher uma música para primeiro single, escolheria esta. Mesmo sem todo o hype que está gerado à volta dela, continuaria a escolher.
Sabendo já o caminho que a banda escolheu para este álbum e quem sabe para o seu futuro, esta música adequa-se.
Tem tudo para captar a atenção das pessoas. Eu gostei de a ouvir e de a descobrir.
Última música.. Esta custou. Não há mais downloads de novas músicas, de descobrir novas sonoridades. De me empolgar e de me desiludir.
Vou sentir falta da montanha russa.
Acredito que muitos de nós associemos à música de hoje o golpe de teatro que fomos alvo com a revelação do vídeo "undercover" que já andava aí. Não vou pronunciar-me muito sobre isso hoje, vou deixar essa questão para mais tarde. Hoje falo da música.
Este será o primeiro single do álbum, ao contrário da RGB que se acreditava ser o avanço do novo álbum. Como cartão de visita para este álbum, acho que cumpre bem a transição entre este novo álbum e os anteriores. Esta música na minha opinião, é mais apropriada para primeiro single que a RGB. Mas também agora estou numa posição ingrata, já ouvi o álbum todo! Mas se tivesse que escolher uma música para primeiro single, escolheria esta. Mesmo sem todo o hype que está gerado à volta dela, continuaria a escolher.
Sabendo já o caminho que a banda escolheu para este álbum e quem sabe para o seu futuro, esta música adequa-se.
Tem tudo para captar a atenção das pessoas. Eu gostei de a ouvir e de a descobrir.
Última música.. Esta custou. Não há mais downloads de novas músicas, de descobrir novas sonoridades. De me empolgar e de me desiludir.
Vou sentir falta da montanha russa.
9 de março de 2011
Race is Long por Jumpman
Gosto da música, faz-me ter vontade de dançar, de dar uns quantos berros enquanto a ouço.
Veio-me à memória, a You Know. A espontaneadade de uma mosh num sitio qualquer, que acabou por se tornar sagrada e um ritual.
O saltar como um puto, uma espécie de liberdade confinada a um curto período de tempo e espaço físico. Sensações boas, "no worries".
Vou gostar de a ouvir nos concertos. Bem rodeado. Vai saber bem.
É isto.
Veio-me à memória, a You Know. A espontaneadade de uma mosh num sitio qualquer, que acabou por se tornar sagrada e um ritual.
O saltar como um puto, uma espécie de liberdade confinada a um curto período de tempo e espaço físico. Sensações boas, "no worries".
Vou gostar de a ouvir nos concertos. Bem rodeado. Vai saber bem.
É isto.
8 de março de 2011
Always Better if You Wait for the Sunrise por Jumpman
Quando comecei a ouvir a música, o seu início prendeu-me logo. Uma sonoridade mais "dark", agrada-me. Música ideal para dias cinzentos de instrospecção. Mas ali a partir dos 3 minutos a música perde-me um pouco. O tom mais negro transfigurou-se e isso deixou-me um pouco de pé atrás. Estava a gostar de para onde a música caminhava e me levava e depois parece que houve ali uma completa inversão de marcha.
O que me veio à cabeça sempre que ouvía o refrão, era a imagem de uma banda qualquer gótica ou heavy metal que decidiu criar uma balada e então surgiu isto, uma sonoridade a parecer épica, com a combinação do piano, da bateria, da guitarra e com uma vocalista com um vestido negro comprido que tem uma performance onde tenta passar a ideia de urgência e "desespero", típica de refrões do género. Atenção, não tenho nada contra esse tipo de sonoridade ou ideia, mas não me agarrou nesta música, não houve o "click". Por mim, a música dividia-se em duas distintas, a parte mais negra e a outra mais "normal".
Não consigo ainda decidir se gosto ou não. Uma parte agarrou-me, outra nem por isso. Vou dar-lhe outra hipótese. Estou com vontade de fazer isso. Não sei porquê.
O que me veio à cabeça sempre que ouvía o refrão, era a imagem de uma banda qualquer gótica ou heavy metal que decidiu criar uma balada e então surgiu isto, uma sonoridade a parecer épica, com a combinação do piano, da bateria, da guitarra e com uma vocalista com um vestido negro comprido que tem uma performance onde tenta passar a ideia de urgência e "desespero", típica de refrões do género. Atenção, não tenho nada contra esse tipo de sonoridade ou ideia, mas não me agarrou nesta música, não houve o "click". Por mim, a música dividia-se em duas distintas, a parte mais negra e a outra mais "normal".
Não consigo ainda decidir se gosto ou não. Uma parte agarrou-me, outra nem por isso. Vou dar-lhe outra hipótese. Estou com vontade de fazer isso. Não sei porquê.
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7 de março de 2011
Primavera por Jumpman
Entre a "The Singles" e a "Aquatica", existe ali qualquer coisa no alinhamento. Não sei bem o que é. Só sei que não gosto.
Por momentos lembrei-me das sonoridades portuguesas dos anos 80. Das más sonoridades.
Posso-me ficar pelo Inverno?
Por momentos lembrei-me das sonoridades portuguesas dos anos 80. Das más sonoridades.
Posso-me ficar pelo Inverno?
6 de março de 2011
Aquatica por Jumpman
Uma das melhores músicas do álbum. Fantástica experiência sensorial.
Transportou-me para um salão onde uma banda formal com uma "leading singer" arrebatadora actua para uma plateia de gala, com os seus smokings e vestidos de cerimónia. O ambiente é melódico e os corpos balançam num clima de cumplicidade. Em algumas mesas alguns casais observam, namoram e saboreiam o seu champanhe. Eu sento-me no bar, observo o salão, a linguagem corporal perfeita da banda com os focos de luz perfeitamente alinhados sobre eles e fumo o meu charuto enquanto abano levemente a minha cabeça ao mesmo tempo que sinto as pedras de gelo a abanarem no meu copo de whisky. Um momento de pura felicidade acontece naquele salão.

Transportou-me para um salão onde uma banda formal com uma "leading singer" arrebatadora actua para uma plateia de gala, com os seus smokings e vestidos de cerimónia. O ambiente é melódico e os corpos balançam num clima de cumplicidade. Em algumas mesas alguns casais observam, namoram e saboreiam o seu champanhe. Eu sento-me no bar, observo o salão, a linguagem corporal perfeita da banda com os focos de luz perfeitamente alinhados sobre eles e fumo o meu charuto enquanto abano levemente a minha cabeça ao mesmo tempo que sinto as pedras de gelo a abanarem no meu copo de whisky. Um momento de pura felicidade acontece naquele salão.

5 de março de 2011
Suit Full of Colours por Jumpman
"It's easy to understand, try a different view."
É mesmo isto. Ontem lía o texto da La Folie e não podia concordar mais com ela. A verdade é que por vezes temos aquela noção do que queremos que um álbum seja e do que estamos à espera e quando não sai exactamente como desejamos, parece que falta alguma coisa e o modo "rant" entra em efeito. Foi o que aconteceu ontem. Acho que só faz bem de vez em quando libertarmos um pouco do que vai cá dentro, tendo sempre em conta que não se deve ser muito sisudo em relação às coisas. Há músicas que não entram logo à primeira, é normal. A sensação que uma música transmite é um conjunto de muitos factores e não depende só da própria música.
Confesso que apreciei a ironia cósmica de tudo. Aqui estava eu a ouvir a nova música e a pensar que tinha acabado de levar com o Karma como se tivesse sido um autocarro a passar por mim! Sem dó nem piedade. Mas lá está, sentir a música e sentir uma banda é isto mesmo. É o ser critico de tudo. Por vezes até de mais, alguns podem dizer e com alguma razão. Quem não sente não é filho de boa gente, já diz o ditado.
Quando recebi a Suit Full of Colours, desliguei o complicómetro e ouvi a música pela música. Se gostei? Gostei muito. Sentir a música é deixar também a nossa envolvente contribuir para isso. E ontem, ouvi esta música acompanhado, muito bem acompanhado. E soube muito bem ouvir a voz, que tanto critiquei estar ausente. É uma música simples, ligada a um único sentimento. Amor, puro e simples, daquele que acontece "once in a lifetime".
Fazer críticas a músicas de uma banda que nos diz tanto, por vezes pode ser um exercício um tanto esquizofrénico. Sentir-me-ia pior se sentisse indiferença. Tenho a certeza que daqui a algum tempo voltarei a este blog, vou ler o que escrevi sobre as músicas e continuarei a concordar com umas e com outras nem por isso.
Estamos a meio da viagem, continuo com a mesma vontade de descobrir cada música e perceber o sentimento que me desperta. Venha a próxima.
É mesmo isto. Ontem lía o texto da La Folie e não podia concordar mais com ela. A verdade é que por vezes temos aquela noção do que queremos que um álbum seja e do que estamos à espera e quando não sai exactamente como desejamos, parece que falta alguma coisa e o modo "rant" entra em efeito. Foi o que aconteceu ontem. Acho que só faz bem de vez em quando libertarmos um pouco do que vai cá dentro, tendo sempre em conta que não se deve ser muito sisudo em relação às coisas. Há músicas que não entram logo à primeira, é normal. A sensação que uma música transmite é um conjunto de muitos factores e não depende só da própria música.
Confesso que apreciei a ironia cósmica de tudo. Aqui estava eu a ouvir a nova música e a pensar que tinha acabado de levar com o Karma como se tivesse sido um autocarro a passar por mim! Sem dó nem piedade. Mas lá está, sentir a música e sentir uma banda é isto mesmo. É o ser critico de tudo. Por vezes até de mais, alguns podem dizer e com alguma razão. Quem não sente não é filho de boa gente, já diz o ditado.
Quando recebi a Suit Full of Colours, desliguei o complicómetro e ouvi a música pela música. Se gostei? Gostei muito. Sentir a música é deixar também a nossa envolvente contribuir para isso. E ontem, ouvi esta música acompanhado, muito bem acompanhado. E soube muito bem ouvir a voz, que tanto critiquei estar ausente. É uma música simples, ligada a um único sentimento. Amor, puro e simples, daquele que acontece "once in a lifetime".
Fazer críticas a músicas de uma banda que nos diz tanto, por vezes pode ser um exercício um tanto esquizofrénico. Sentir-me-ia pior se sentisse indiferença. Tenho a certeza que daqui a algum tempo voltarei a este blog, vou ler o que escrevi sobre as músicas e continuarei a concordar com umas e com outras nem por isso.
Estamos a meio da viagem, continuo com a mesma vontade de descobrir cada música e perceber o sentimento que me desperta. Venha a próxima.
4 de março de 2011
Let It be by Me por Jumpman
Ouvi umas quantas vezes a música que será a nº1 do alinhamento do álbum. Para mim, fica ali numa zona de ninguém, nem carne nem peixe, nem sei muito bem o que pensar, tendo até pensamentos contraditórios em relação à própria música.
Pelo que tenho lido nas reviews às músicas anteriores uma das maiores "críticas" é que a voz da Sónia está abafada ou menos presente, digamos assim. É uma questão válida e levanta a eterna discussão se a vocalista faz a banda ou vice-versa. Eu tenho gostado de ouvir este novo caminho da banda já que acho que a evolução faz bem às bandas e de vez em quando gosto de ver as bandas saírem um pouco da sua zona de conforto. A capacidade de nos reinventarmo-nos está em cada um de nós e para isso é preciso coragem.
Mas parte de mim é um "purista" pois gosta, não desculpem, adora as melodias do Vinyl e do Film e as do AM-FM também. Nesse aspecto, sinto falta da voz poderosa, não o nego. E aí chegamos a esta música. A mim não me convenceu. E agora já estou a ouvir alguém a dizer, "se nesta música a voz da Sónia está presente do que te queixas pá?". Eu avisei que eram sentimentos contraditórios..
Gosto do começo da música, mas a certa altura começa a haver muita coisa metida na música e na minha opinião perde-se um pouco.
Não sei, não me entra..
É a minha música menos favorita do álbum até agora. E curiosamente é a primeira do alinhamento. Penso para mim que sensação teria ao começar a ouvir o CD e fosse esta a primeira música que ouvia..
Nesta tenho mesmo vontade de dizer, "Deixem jogar o Mantorras!"
Pelo que tenho lido nas reviews às músicas anteriores uma das maiores "críticas" é que a voz da Sónia está abafada ou menos presente, digamos assim. É uma questão válida e levanta a eterna discussão se a vocalista faz a banda ou vice-versa. Eu tenho gostado de ouvir este novo caminho da banda já que acho que a evolução faz bem às bandas e de vez em quando gosto de ver as bandas saírem um pouco da sua zona de conforto. A capacidade de nos reinventarmo-nos está em cada um de nós e para isso é preciso coragem.
Mas parte de mim é um "purista" pois gosta, não desculpem, adora as melodias do Vinyl e do Film e as do AM-FM também. Nesse aspecto, sinto falta da voz poderosa, não o nego. E aí chegamos a esta música. A mim não me convenceu. E agora já estou a ouvir alguém a dizer, "se nesta música a voz da Sónia está presente do que te queixas pá?". Eu avisei que eram sentimentos contraditórios..
Gosto do começo da música, mas a certa altura começa a haver muita coisa metida na música e na minha opinião perde-se um pouco.
Não sei, não me entra..
É a minha música menos favorita do álbum até agora. E curiosamente é a primeira do alinhamento. Penso para mim que sensação teria ao começar a ouvir o CD e fosse esta a primeira música que ouvia..
Nesta tenho mesmo vontade de dizer, "Deixem jogar o Mantorras!"
3 de março de 2011
My Sun por Jumpman
A minha relação com a música dos The Gift vai além da música que eles transmitem e tão bem fazem. Há já muito tempo tomou contornos diferentes, é algo impregnado na pele e em todos os meus poros. Algo talvez complexo e que poucas pessoas compreendem.
E isso é um laço muito forte entre diversas pessoas. Uma cumplicidade inexplicável que se prolonga há muitos anos e que continua viva, muito viva. Vivências singulares vividas no silêncio de uma plateia ou na confusão de uma mosh, nas auto estradas que percorríamos na noite profunda e no amanhecer frio. Nas estações de serviço, na nossa parvalheira, nas despedidas e nos reencontros e em tudo o resto que guardo em mim e que me faz sorrir sempre que penso em The Gift.
E depois chegamos a esta música. Durante 4 minutos e 29 segundos, passou isso tudo na minha mente, como polaroids mentais. Os sentimentos, os locais. Como se estivesse a voltar a viver cada momento e estivessem ali mesmo, à distância de um passo. E deu-me vontade de rever cada uma dessas pessoas, de criar novos momentos.
Para que na altura em que a despedida chegue novamente, tenha na mente esta música e tenha a certeza que voltarei a ver todos e criarei novas memórias.
Esta música relembrou-me que nunca perdi nada, está tudo cá dentro. E que há uns dias, mais que outros, que sinto falta disso..
Obrigado à banda por me lembrar disso.
"Always remember"
E isso é um laço muito forte entre diversas pessoas. Uma cumplicidade inexplicável que se prolonga há muitos anos e que continua viva, muito viva. Vivências singulares vividas no silêncio de uma plateia ou na confusão de uma mosh, nas auto estradas que percorríamos na noite profunda e no amanhecer frio. Nas estações de serviço, na nossa parvalheira, nas despedidas e nos reencontros e em tudo o resto que guardo em mim e que me faz sorrir sempre que penso em The Gift.
E depois chegamos a esta música. Durante 4 minutos e 29 segundos, passou isso tudo na minha mente, como polaroids mentais. Os sentimentos, os locais. Como se estivesse a voltar a viver cada momento e estivessem ali mesmo, à distância de um passo. E deu-me vontade de rever cada uma dessas pessoas, de criar novos momentos.
Para que na altura em que a despedida chegue novamente, tenha na mente esta música e tenha a certeza que voltarei a ver todos e criarei novas memórias.
Esta música relembrou-me que nunca perdi nada, está tudo cá dentro. E que há uns dias, mais que outros, que sinto falta disso..
Obrigado à banda por me lembrar disso.
"Always remember"
2 de março de 2011
Mermaid Song por Jumpman
Estava na minha ronda final entre as minhas páginas favoritas e reparei que tinham escrito no fórum que já estava disponível uma nova música. Mais cedo que o habitual, mas sem dúvida uma excelente altura para descobrir mais uma música.
O ambiente à volta desta nova música é diferente. As duas primeiras tinham sido ouvidas e assimiladas no trabalho, enquanto esta seria ouvida num ambiente mais calmo e pessoal. A casa estava silenciosa e assim estavam criadas as condições ideais para absorver tudo.
Soltei um sorriso, a música começa como que se de uma canção de embalar se tratasse e como se tudo se tivesse alinhado para que ouvisse a música neste preciso momento, neste sítio exacto. Gosto do registo, da batida no fundo e como as vozes se apresentam. Aumento ainda mais o som e sinto os ritmos a atravessarem-me o cérebro. Fecho os olhos e o meu corpo balança. Novamente passam-me imagens pela cabeça, imagens a dois num cenário único. A batida acentua-se, a canção de embalar transforma-se e sabe bem. Sabe muito bem. Há músicas que não precisam de muitas palavras, esta é uma delas. Simplesmente.. acontece. Bravo.
Acabou. Bela experiência sensorial antes de ir dormir, aconchegou-me a alma. Não carrego no play novamente como fiz com as outras, uma audição bastou. Desligo tudo e vou dormir. Sabe bem acabar assim o dia.
"At the end we're one, the same."
O ambiente à volta desta nova música é diferente. As duas primeiras tinham sido ouvidas e assimiladas no trabalho, enquanto esta seria ouvida num ambiente mais calmo e pessoal. A casa estava silenciosa e assim estavam criadas as condições ideais para absorver tudo.
Soltei um sorriso, a música começa como que se de uma canção de embalar se tratasse e como se tudo se tivesse alinhado para que ouvisse a música neste preciso momento, neste sítio exacto. Gosto do registo, da batida no fundo e como as vozes se apresentam. Aumento ainda mais o som e sinto os ritmos a atravessarem-me o cérebro. Fecho os olhos e o meu corpo balança. Novamente passam-me imagens pela cabeça, imagens a dois num cenário único. A batida acentua-se, a canção de embalar transforma-se e sabe bem. Sabe muito bem. Há músicas que não precisam de muitas palavras, esta é uma delas. Simplesmente.. acontece. Bravo.
Acabou. Bela experiência sensorial antes de ir dormir, aconchegou-me a alma. Não carrego no play novamente como fiz com as outras, uma audição bastou. Desligo tudo e vou dormir. Sabe bem acabar assim o dia.
"At the end we're one, the same."
1 de março de 2011
The Singles por Jumpman
Segundo dia, segunda música. Surpreende-me o tamanho da música, confesso. Já tínhamos tido músicas compridas mas isto era algo novo. Apresso-me a ouvir a música, a curiosidade é imensa. A primeira impressão a ouvir os primeiros segundos é que segue a linha da RGB. Nada que me espante. Nos primeiros minutos dei pelo meu pé a mexer ao som da música e imaginei um dia de solarengo qualquer passado em boa companhia a ouvir esta música. Algo que a RGB já me tinha deixado a pensar. De repente a música abranda, e dou por mim a prestar mais atenção. Gosto desta parte, chamo-lhe a "papercut". Esta parte dá-me outra perspectiva, um conforto como se um velho amigo tivesse regressado. Por momentos revejo um pouco os antigos The Gift, a voz da Sónia mais limpa e directa. Gosto muito desta parte, gosto das sensações que ela me transmite. E enquanto apreciava esta parte mais calma e melancólica, a música entra em mutação novamente, um registo um pouco mais psicadélico à falta de melhor palavra. É uma montanha russa, e ainda vou a meio da música.
A mescla de estilos é positiva, põe-nos atentos ao que vem de seguida. Mais uma parte um pouco mais melancólica e de repente lá vamos nós outra vez para o "psicadélico" e voltamos aos acordes do início. Estamos perto da "meta", volto a ter na mente ouvir esta música e a dançar ao ritmo dela rodeado por gente especial. Num momento passam-me todos à frente dos olhos. Good times, penso eu. E de repente, stop!
É um misto de sonoridades diferentes, umas combinam bem outras não sei bem. Fico também com a ideia de que cada parte desta música, poderia ser divida em músicas individuais e não ficaríamos mal servidos.
Existe ainda um sentimento agridoce à volta destas novas músicas, gosto mas também tenho aquela pulga atrás da orelha. Quero descobrir mais, estou ansioso por ouvir mais.
Venha a terceira experiência amanhã. Cá estarei à espera.
A mescla de estilos é positiva, põe-nos atentos ao que vem de seguida. Mais uma parte um pouco mais melancólica e de repente lá vamos nós outra vez para o "psicadélico" e voltamos aos acordes do início. Estamos perto da "meta", volto a ter na mente ouvir esta música e a dançar ao ritmo dela rodeado por gente especial. Num momento passam-me todos à frente dos olhos. Good times, penso eu. E de repente, stop!
É um misto de sonoridades diferentes, umas combinam bem outras não sei bem. Fico também com a ideia de que cada parte desta música, poderia ser divida em músicas individuais e não ficaríamos mal servidos.
Existe ainda um sentimento agridoce à volta destas novas músicas, gosto mas também tenho aquela pulga atrás da orelha. Quero descobrir mais, estou ansioso por ouvir mais.
Venha a terceira experiência amanhã. Cá estarei à espera.
28 de fevereiro de 2011
RGB por Jumpman
"03 - RGB.mp3". Finalmente. A espera foi longa, a ansiedade é tremenda. Apresso-me a correr o ficheiro e sou surpreendido com um início muito diferente do que os The Gift nos habituaram. Um começo arrojado, penso para mim enquanto os segundo passam e a sonoridade continua a passar pelo cérebro.
Mais simples, mais "limpo", mais guitarra, mais bateria. Hmmmmm, não sei o que pensar. Onde estão os The Gift antigos? Os arranjos, o épico, o teatral? Será bom, será mau? Enquanto descortino a música não consigo decidir se estou a gostar ou não. É-me um pouco estranho mas contínuo a dar uma oportunidade à sonoridade. A música agora abranda, há um estilo inconfundível nesta parte, o piano, o crescendo depois, a sonoridade "bubblegum" pop a preencher a mente como uma marcha empolgante. O meu cérebro acabou de visualizar um video-clip para a música!
Ok, estou convencido, gosto!
Surpreende-me o caminho que tomaram, já esperado eu sei, mas na minha opinião optaram bem, assumiram o risco e saíram-se bem. Eu que sou um fã dos "antigos" The Gift, consigo encontrar em mim muitas boas razões para gostar desta nova faceta. Afinal de conta, a evolução só faz bem e aumenta a diversidade.
Não consigo antecipar as restantes 10 músicas, mas espero ser surpreendido em cada uma delas. A aventura contínua amanhã.

"The World explodes right now.."
Mais simples, mais "limpo", mais guitarra, mais bateria. Hmmmmm, não sei o que pensar. Onde estão os The Gift antigos? Os arranjos, o épico, o teatral? Será bom, será mau? Enquanto descortino a música não consigo decidir se estou a gostar ou não. É-me um pouco estranho mas contínuo a dar uma oportunidade à sonoridade. A música agora abranda, há um estilo inconfundível nesta parte, o piano, o crescendo depois, a sonoridade "bubblegum" pop a preencher a mente como uma marcha empolgante. O meu cérebro acabou de visualizar um video-clip para a música!
Ok, estou convencido, gosto!
Surpreende-me o caminho que tomaram, já esperado eu sei, mas na minha opinião optaram bem, assumiram o risco e saíram-se bem. Eu que sou um fã dos "antigos" The Gift, consigo encontrar em mim muitas boas razões para gostar desta nova faceta. Afinal de conta, a evolução só faz bem e aumenta a diversidade.
Não consigo antecipar as restantes 10 músicas, mas espero ser surpreendido em cada uma delas. A aventura contínua amanhã.

"The World explodes right now.."
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