Acordo. Hoje é o 11.º dia. O 11.º tema. O último. O último texto. O ritual já está enraizado no quotidiano. (Será difícil desabituar-me.) Consulto a caixa de correio electrónico. “Não tem mensagens novas”, avisa-me. Não? Estranho. Espero. Faço refresh. Nada. Estarão a guardar algum ‘segredo’? (A este instante ainda não sabia que a razão do atraso era mesmo essa.) A expectativa é enorme. E eis que, finalmente, “Made for You” explode. A última peça do puzzle. O espaço que faltava entre a “Let It Be By Me” e a “RGB” fora revelado. O alinhamento está fechado. 11 dias, 11 músicas e este é o 11.º texto desta viagem, diria, aliás, desta epopeia.
Play. A primeira reacção foi contida. Espero. Pareceu-me, ao princípio, que seria uma repetição de “Let It Be By Me”. A palavra correcta é essa mesma – repetição. Porquê? Simplesmente devido à repetição de dois versos. A repetição, também, dos arranjos vocais (já tão citados neste blogue). Mas ao minuto 1:40 há uma explosão, uma reviravolta. É aí, nesse exacto momento, que “Made for You” me conquista e, por isso, abro-lhe a porta de minha casa. Entra, digo-lhe. Ouço os instrumentos de sopro e de um momento para o outro sinto uma lufada de ar fresco. Se estranhei os primeiros segundos do tema, agora o cenário é outro. Sinto-me contagiado pela melodia. Fez-se silêncio. Acabou. É neste momento que reflectimos e pensamos: gostei ou não gostei? Sim, gostei e muito, por sinal. (No entanto, como já referi, o início fez-me encarar este tema com algumas reservas.)
Entretanto, um segredo é revelado...
Fui totalmente surpreendido por esta revelação. Nunca imaginei o que fora revelado. Fiquei estupefacto. Pensei, de imediato: uma ideia genial! E mais ainda: como foi possível conseguirem guardar o segredo durante todo este tempo? Havia um ‘burburinho’ a espalhar-se de forma viral nos E.U.A. e nós, aqui, do outro lado do Oceano Atlântico, sem nos apercebermos de nada. Repito: uma ideia genial! Agradou-me a ideia por detrás do videoclip. Acaba por ser uma ideia simples mas que, contudo, resulta. (Já falei, também, sobre a simplicidade neste mesmo blogue.)
Resumindo: fui surpreendido (e de que maneira)! E felicito os The Gift por esta brilhante ideia. Muitos parabéns!
E pronto! O alinhamento de “Explode” já tem princípio, meio e fim. 11 dias. 11 músicas. 11 textos. No entanto, o mais importante foi esta viagem. 11 fãs, 1 viagem. É isso que nos une: o espírito giftiano. Isto não é o fim. É o princípio. Tenho a certeza que voltaremos a este blogue (não se esqueçam da tal faixa bónus). Obrigado a todos aqueles que me acompanharam nesta viagem e um obrigado muito especial à lafolie por esta incrível iniciativa. Obrigado a todo(a)s!
Até amanhã! ;-)
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10 de março de 2011
9 de março de 2011
Race is Long por Marcos
Play. Agrada-me. Uma canção típica de “Explode”. O início é característico do mais recente rumo sonoro dos TheGift. “RaceisLong” possui aquilo que, quanto a mim, falta a “LetItBeBy Me”, por exemplo. A repetição existente nesta última não me convence. Mas “RaceisLong” faz jus a “Explode”, e de que maneira! Ouço-a vezes sem conta, inrepeat. Não me canso de ouvir. Play, again. A melodia é viciante.Penso na letra. A que se referirá? Isso, agora, não é o mais importante. Fica-me no ouvido o seguinte verso: “Justwrite a beautymelody.” A melodia deste tema conquista-me. É empolgante. E assim resumo este “RaceIsLong” – “a beautymelody”.
Algo a apontar a este tema? Não querendo ‘bater no ceguinho’, mas prefiro ouvir a voz de Sónia Tavares num registo mais cru (à falta de um outro adjectivo que melhor o descreva). Eu sei que vocês percebem o que quero dizer.
Play, again. O refrão é tão cativante. “RaceisLong” conquistou-me, pronto, ponto final.
Entretanto, já só falta 1 dia, 1 música, 1 texto... Falta preencher aquele ‘espacinho’ entre a “LetItBeBy Me” e a “RGB”. O que será? Já sinto a nostalgia do fim desta viagem tão gratificante que tem sido participar nesta iniciativa.
Até amanhã, amigo(a)s giftiano(a)s!
Algo a apontar a este tema? Não querendo ‘bater no ceguinho’, mas prefiro ouvir a voz de Sónia Tavares num registo mais cru (à falta de um outro adjectivo que melhor o descreva). Eu sei que vocês percebem o que quero dizer.
Play, again. O refrão é tão cativante. “RaceisLong” conquistou-me, pronto, ponto final.
Entretanto, já só falta 1 dia, 1 música, 1 texto... Falta preencher aquele ‘espacinho’ entre a “LetItBeBy Me” e a “RGB”. O que será? Já sinto a nostalgia do fim desta viagem tão gratificante que tem sido participar nesta iniciativa.
Até amanhã, amigo(a)s giftiano(a)s!
8 de março de 2011
Always Better if You Wait for the Sunrise por Marcos
“Always Better If You Wait For The Sunrise” é épica. 8 minutos explosivos, do princípio até ao fim.
Sinto-me um viajante, na proa de um barco, à descoberta do Mundo Novo. Sinto a brisa marítima a acariciar-me o rosto. Fecho os olhos, abro os braços e abraço o infinito. Abraço-te! Sinto o peito cheio de emoções. Emociono-me.
“Always Better If You Wait For The Sunrise” arrebatou-me, logo, na primeira audição. Tornei a ouvi-la, repetidas vezes, e as emoções revelaram-se em catadupa. Uma, outra, e outra explosão. Para tal, contribui, e muito, a voz de Sónia Tavares. Ouvimo-la, aqui, no seu explendor. Ouço-a como a conheço, tal como é. A voz!
Após “Suit Full Of Colours”, é neste tema que sinto, realmente, o extase de emoções de “Explode”. As emoções que me preenchem. As emoções que me fazem sentir. E é exactamente isso que me faz ser um giftiano: sentir!
Este é um dos melhores temas de “Explode” e, seguramente, um dos melhores da carreira dos The Gift. É por temas como este que me emociono tanto com os The Gift. Já o disse antes mas repito-o quantas vezes forem necessárias: Obrigado The Gift! Obrigado por me fazerem sentir!
“Stay with me tonight until the sunrise.” Sim, fica comigo.
O alinhamento de “Explode” fecha com chave de ouro. 5 estrelas para “Always Better If You Wait For The Sunrise”!
Resumindo e concluindo: estou completamente apaixonado por este tema. Não há mais nada a dizer. Isso basta.
Sinto-me um viajante, na proa de um barco, à descoberta do Mundo Novo. Sinto a brisa marítima a acariciar-me o rosto. Fecho os olhos, abro os braços e abraço o infinito. Abraço-te! Sinto o peito cheio de emoções. Emociono-me.
“Always Better If You Wait For The Sunrise” arrebatou-me, logo, na primeira audição. Tornei a ouvi-la, repetidas vezes, e as emoções revelaram-se em catadupa. Uma, outra, e outra explosão. Para tal, contribui, e muito, a voz de Sónia Tavares. Ouvimo-la, aqui, no seu explendor. Ouço-a como a conheço, tal como é. A voz!
Após “Suit Full Of Colours”, é neste tema que sinto, realmente, o extase de emoções de “Explode”. As emoções que me preenchem. As emoções que me fazem sentir. E é exactamente isso que me faz ser um giftiano: sentir!
Este é um dos melhores temas de “Explode” e, seguramente, um dos melhores da carreira dos The Gift. É por temas como este que me emociono tanto com os The Gift. Já o disse antes mas repito-o quantas vezes forem necessárias: Obrigado The Gift! Obrigado por me fazerem sentir!
“Stay with me tonight until the sunrise.” Sim, fica comigo.
O alinhamento de “Explode” fecha com chave de ouro. 5 estrelas para “Always Better If You Wait For The Sunrise”!
Resumindo e concluindo: estou completamente apaixonado por este tema. Não há mais nada a dizer. Isso basta.
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7 de março de 2011
Primavera por Marcos
(Deparei-me, aqui e ali, com a existência de uma certa expectativa relativamente a este tema. O facto de ter sido ‘rotulado’ como ‘a canção cantada em português’ deu azo a alguma especulação, especialmente nas redes sociais, provocada, quiçá, pelo sucesso do hit “Fácil de Entender”. Para ser sincero, isso a mim tanto me aquece como me arrefece, como se costuma dizer. O facto de se chamar “Primavera” ou “Spring” é, quanto a mim, uma questão meramente estética. Não é o ‘rótulo’ que me cria, ou não, expectativa em relação a este, ou qualquer outro, tema.)
Fechado este parêntesis, inicio a minha reflexão sobre “Primavera”...
Permitam-me abrir só mais um parêntesis: (Quem estava à espera que “Primavera” fosse um remake de “Fácil de Entender”, desengane-se!)
Continuando, então.
Primeira reacção: surpresa. A sonoridade de “Primavera” é surpreendente. Por momentos, sinto-me regressar ao “Digital Atmosphere”. Um regresso às origens, aos primórdios. A inocência, a ingenuidade, a pureza do início. Sinto-me em casa.
Segunda reacção: soa-me aos anos 80. Não sei explicá-lo mas, no entanto, sinto-o. Faz-me lembrar, por momentos, Rádio Macau. (Não interpretem isto como uma critica. É apenas uma afirmação sem qualquer juízo de valor associado.) Também não sei explicar porquê. Os magníficos anos 80.
(Deixo de enumerar as reacções. Descrevo-as, apenas.)
O poema é simples. As palavras fazem sentido. Não é preciso complicar. Já ontem o disse e repito: as coisas simples também são bonitas.
Entretanto, o alinhamento do álbum revela-se. As coisas fazem, cada vez mais, sentido. Considero que ouvir canções de modo avulso, torna-se, por vezes, um pouco redutor. Torno a ouvi-las, uma e outra vez, e a cada audição conheço-as cada vez melhor. Deixo-as entrar. Deixo-as entrar em minha casa. “Sejam bem-vindas!” A sucessão dos temas, no álbum, faz todo o sentido. Agora reconheço uma “Aquatica” diferente de ontem, por exemplo. Hoje é mais familiar.
Já só faltam 4 dias, 4 músicas, 4 textos...
Fechado este parêntesis, inicio a minha reflexão sobre “Primavera”...
Permitam-me abrir só mais um parêntesis: (Quem estava à espera que “Primavera” fosse um remake de “Fácil de Entender”, desengane-se!)
Continuando, então.
Primeira reacção: surpresa. A sonoridade de “Primavera” é surpreendente. Por momentos, sinto-me regressar ao “Digital Atmosphere”. Um regresso às origens, aos primórdios. A inocência, a ingenuidade, a pureza do início. Sinto-me em casa.
Segunda reacção: soa-me aos anos 80. Não sei explicá-lo mas, no entanto, sinto-o. Faz-me lembrar, por momentos, Rádio Macau. (Não interpretem isto como uma critica. É apenas uma afirmação sem qualquer juízo de valor associado.) Também não sei explicar porquê. Os magníficos anos 80.
(Deixo de enumerar as reacções. Descrevo-as, apenas.)
O poema é simples. As palavras fazem sentido. Não é preciso complicar. Já ontem o disse e repito: as coisas simples também são bonitas.
Entretanto, o alinhamento do álbum revela-se. As coisas fazem, cada vez mais, sentido. Considero que ouvir canções de modo avulso, torna-se, por vezes, um pouco redutor. Torno a ouvi-las, uma e outra vez, e a cada audição conheço-as cada vez melhor. Deixo-as entrar. Deixo-as entrar em minha casa. “Sejam bem-vindas!” A sucessão dos temas, no álbum, faz todo o sentido. Agora reconheço uma “Aquatica” diferente de ontem, por exemplo. Hoje é mais familiar.
Já só faltam 4 dias, 4 músicas, 4 textos...
6 de março de 2011
Aquatica por Marcos
Fecho os olhos. Vejo, em primeiro lugar, um riacho. Sinto-me embalar pelas pequenas ondas. Vejo, depois, um oceano. Vejo uma Polaroid. Um filme em stop motion. Uma vez mais, a voz assume o protagonismo. A personagem principal de uma narrativa. Uma canção de embalar.
Começo a conhecer os caminhos de “Explode”. Uns mais esfusiantes. Outros mais introspectivos. É nestes últimos em que a voz de Sónia Tavares se revela tal como é. Há tantos caminhos a trilhar em “Explode”. Uma viagem. A cada audição compreendo, cada vez mais, os seus rumos. E deixo-me levar.
Coloco os headphones, fecho os olhos, carrego play e deixou-me levar... “Aquatica” embala-me. Gosto! É descomplicada. É simples. Porque as coisas bonitas também são simples. E “Aquatica” é simples e bonita.
Começo a conhecer os caminhos de “Explode”. Uns mais esfusiantes. Outros mais introspectivos. É nestes últimos em que a voz de Sónia Tavares se revela tal como é. Há tantos caminhos a trilhar em “Explode”. Uma viagem. A cada audição compreendo, cada vez mais, os seus rumos. E deixo-me levar.
Coloco os headphones, fecho os olhos, carrego play e deixou-me levar... “Aquatica” embala-me. Gosto! É descomplicada. É simples. Porque as coisas bonitas também são simples. E “Aquatica” é simples e bonita.
5 de março de 2011
Suit Full of Colours por Marcos
“Suit Full Of Colours” é, para mim, quiçá, o melhor tema de “Explode” e, arrisco-me a dizer, um dos melhores de sempre – sim, de sempre. Perante isto não consigo acrescentar muito mais...
Não consigo descrever o que sinto ao ouvir “Suit Full Of Colours”. Gosto. Gosto de gostar. Gosto porque gosto. Ponto final! Mas porquê? Porque sinto. Sentir. Amor. Sim, é isso. Amor.
Fecho os olhos. Que maravilha! Tão bonito! Tão profundo! O meu peito enche-se de emoções. A voz da Sónia Tavares arrebata-me. Deixa-me desarmado. Emociona-me como nenhuma outra o consegue. Não tenho palavras... “I will give you all my love”. Que perfeição! A canção explode. E eu também. Tantas emoções. Estou arrepiado.
Sinto que este texto não faz jus ao que sinto. Porque apenas consigo sentir. E sinto tanto...!
Obrigado The Gift! Obrigado por me fazerem sentir coisas tão bonitas!
Não consigo descrever o que sinto ao ouvir “Suit Full Of Colours”. Gosto. Gosto de gostar. Gosto porque gosto. Ponto final! Mas porquê? Porque sinto. Sentir. Amor. Sim, é isso. Amor.
Fecho os olhos. Que maravilha! Tão bonito! Tão profundo! O meu peito enche-se de emoções. A voz da Sónia Tavares arrebata-me. Deixa-me desarmado. Emociona-me como nenhuma outra o consegue. Não tenho palavras... “I will give you all my love”. Que perfeição! A canção explode. E eu também. Tantas emoções. Estou arrepiado.
Sinto que este texto não faz jus ao que sinto. Porque apenas consigo sentir. E sinto tanto...!
Obrigado The Gift! Obrigado por me fazerem sentir coisas tão bonitas!
4 de março de 2011
Let It be by Me por Marcos
Quinto dia. A viagem está a meio. “Let It Be by Me” é a faixa de abertura de “Explode”. Faz todo o sentido que o seja. Ao longo dos 5 minutos (e alguns segundos) de duração, sente-se um crescendo. Agrada-me. Cresce, cada vez mais. No entanto, os arranjos vocais soam-me repetitivos. Não há nada de mal nisso. Mas não crescem ao mesmo ritmo da melodia. A canção continua a crescer. Parece que a qualquer momento pode atingir o clímax. Cresce. E cresce, Um pouco mais. A voz cala-se. A bateria assume o protagonismo. Caminha para o ponto fulcral. Termina. Cala-se tudo. Fico em suspenso. Quero mais. Quero ouvir a faixa seguinte. O alinhamento de um álbum é uma narrativa. E, por isso, sinto que o que segue “Let It Be by Me” fará todo o sentido. Quero ouvir mais!
3 de março de 2011
My Sun por Marcos

Amanhece. Acordo. Consulto a caixa de correio electrónico. Chegou algo.
“My Sun”. Explosão. 1, 2, 3, 4, 5 segundos… Entro em êxtase. Sinto-me feliz. Sinto-me invadido pelos raios de sol matinais que entram pela janela, ali mesmo ao meu lado. O meu corpo é invadido por uma energia contagiante. O ritmo apodera-se de mim. Os meus membros ganham vida própria.
Fecho os olhos. Vejo uma catadupa de frames de um qualquer filme. O filme de uma vida. Vejo a minha infância. Crescemos, amadurecemos. Já sou um adulto. Serei realmente? Quero continuar a ser criança. Não ter medos. Ser livre. Como vocês. Vejo a infância daqueles que agora são crianças. Vocês.
One day… One day… One day… Um dia vou fazer tantas coisas convosco. Esse dia é hoje. Vamos brincar.
Sinto-me tão feliz!
Ladies and gentlemen, The Gift!
Para M. e P.! (Vocês são o meu sol.)
2 de março de 2011
Mermaid Song por Marcos
“Mermaid Song” começa. Uma atmosfera mais introspectiva. Um universo cósmico. A voz de Sónia Tavares surge. O registo é diferente. Pausa. (Ouço com atenção.) A linha melódica é constante. Não me parece haver variações. Aqui e ali, um interlúdio mais experimental. O ritmo mantém-se. Sinto a falta de uma explosão. Uma reviravolta. Outra emoção. “Mermaid Song” acaba. Para já, estranhei. Não me vou precipitar. Vou amadurecer a minha opinião.
Play again…
Vai-se entranhado. Pouco a pouco. Mas ainda a estranho. Continuo a sentir falta de algo…
Play again…
Fecho os olhos. Sinto-me embalado. A voz sussurra-me ao ouvido. Entranha-se mais. Já compreendo “Mermaid Song”. A cada audição compreendo-a cada vez mais. Uma canção de embalar. Um murmúrio. Acho que a melodia já me entrou no ouvido.
Play again…
Sim, já.
Play again…
Vai-se entranhado. Pouco a pouco. Mas ainda a estranho. Continuo a sentir falta de algo…
Play again…
Fecho os olhos. Sinto-me embalado. A voz sussurra-me ao ouvido. Entranha-se mais. Já compreendo “Mermaid Song”. A cada audição compreendo-a cada vez mais. Uma canção de embalar. Um murmúrio. Acho que a melodia já me entrou no ouvido.
Play again…
Sim, já.
1 de março de 2011
The Singles por Marcos
Explodiu. Outra vez. Faço download. A ansiedade não é menor. O entusiasmo é o mesmo. Maior, talvez. Play. Ei-la: “The Singles”. Ouço os primeiros segundos. Penso: isto soa-me a algo familiar... Penso... Faz-se luz! Recordo-me de ouvir estes mesmos acordes no documentário emitido pelo The Biography Channel. Sim, é isso.
“The Singles” começa envolta num festim de cores. Entretanto, um pouco mais adiantte, o registo altera-se. Não acontece só uma vez. São várias. É assim que vive este tema. Uma viagem através de diferentes universos. Diferentes cores. Diferentes caminhos. Diferentes atmosferas. “The Singles” tem tanto de esfuziante como de introspectivo. É, basicamente, uma colectânea de diversas linhas melódicas, mas isso não significa que não seja coerente, porque o é.
Stop! Pára tudo! A duração total desta faixa é nada mais nada menos que 12 minutos e 21 segundos. 12:21. Uma capicua. Uma dúzia de minutos que nos embalam numa viagem por tantos universos sonoros. Uma experiência única.
A viagem termina com os mesmo acordes que começou. Um regresso à origem. Sabe bem voltar a casa depois de uma viagem... É costume dizer-se: música para os meus ouvido. E se o é...!
Amanhã há mais!
“The Singles” começa envolta num festim de cores. Entretanto, um pouco mais adiantte, o registo altera-se. Não acontece só uma vez. São várias. É assim que vive este tema. Uma viagem através de diferentes universos. Diferentes cores. Diferentes caminhos. Diferentes atmosferas. “The Singles” tem tanto de esfuziante como de introspectivo. É, basicamente, uma colectânea de diversas linhas melódicas, mas isso não significa que não seja coerente, porque o é.
Stop! Pára tudo! A duração total desta faixa é nada mais nada menos que 12 minutos e 21 segundos. 12:21. Uma capicua. Uma dúzia de minutos que nos embalam numa viagem por tantos universos sonoros. Uma experiência única.
A viagem termina com os mesmo acordes que começou. Um regresso à origem. Sabe bem voltar a casa depois de uma viagem... É costume dizer-se: música para os meus ouvido. E se o é...!
Amanhã há mais!
28 de fevereiro de 2011
RGB por Marcos
28 de Fevereiro, 00h00 – Faço login na minha caixa de correio electrónico. Não há mensagens. Espero. Faço refresh no browser. Nada. Espero. Faço refresh, outra vez. Nada. Espero mais um pouco, faço refresh, pela enésima vez, mas não recebo mensagens. Decido aguardar.
28 de Fevereiro, 11h28 – O meu e-mail explode. Depois de tantos dias de ansiedade acumulada, chegou, por fim, o momento pelo qual tanto aguardei. “Você tem 1 mensagem nova”. A tal mensagem por que tanto esperei. Abro-a e lá está. “RGB”, o primeiro single do tão aguardado álbum “Explode”.
É escusado contabilizar o número de vezes que ouvi o tema. In repeat. O poeta desassossegado disse em certo momento: “Primeiro, estranha-se; depois, entranha-se”. Neste caso não tive sequer tempo para estranhar. “RGB” entranhou-se logo à primeira audição.
“RGB” apresenta uns The Gift despidos de adornos complexos, antes, apresenta-os tal qual são. O primeiro avanço de “Explode” presenteia-nos com uma estética diferente daquela que nos habituámos a reconhecer nos The Gift. Isso é contraproducente? Claro que não, de longe. Com “RGB” conhecemos um rumo inexplorado. Os The Gift reinventam-se a cada registo de originais. Uma evolução naturalíssima. “RGB” são os The Gift em 2011 – uma explosão de cores, muitas cores.
A espera foi longa, é certo. No entanto, poderão questionar-me: valeu a pena esperar? Claro que sim! Que pergunta... Tinha a certeza que não me iria desiludir.
28 de Fevereiro, 20h57 – Amanhã haverá uma outra explosão. Mal posso esperar!
28 de Fevereiro, 11h28 – O meu e-mail explode. Depois de tantos dias de ansiedade acumulada, chegou, por fim, o momento pelo qual tanto aguardei. “Você tem 1 mensagem nova”. A tal mensagem por que tanto esperei. Abro-a e lá está. “RGB”, o primeiro single do tão aguardado álbum “Explode”.
É escusado contabilizar o número de vezes que ouvi o tema. In repeat. O poeta desassossegado disse em certo momento: “Primeiro, estranha-se; depois, entranha-se”. Neste caso não tive sequer tempo para estranhar. “RGB” entranhou-se logo à primeira audição.
“RGB” apresenta uns The Gift despidos de adornos complexos, antes, apresenta-os tal qual são. O primeiro avanço de “Explode” presenteia-nos com uma estética diferente daquela que nos habituámos a reconhecer nos The Gift. Isso é contraproducente? Claro que não, de longe. Com “RGB” conhecemos um rumo inexplorado. Os The Gift reinventam-se a cada registo de originais. Uma evolução naturalíssima. “RGB” são os The Gift em 2011 – uma explosão de cores, muitas cores.
A espera foi longa, é certo. No entanto, poderão questionar-me: valeu a pena esperar? Claro que sim! Que pergunta... Tinha a certeza que não me iria desiludir.
28 de Fevereiro, 20h57 – Amanhã haverá uma outra explosão. Mal posso esperar!
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